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Cinco formas de evitar falhas no mundo digital

Cada profissional deve ser orientado sobre as suas responsabilidades e sobre os riscos no uso da tecnologia, principalmente quando falhas possam gerar impactos para a equipe, a empresa e os negócios

Por Marcelon Hack dia em Notícias | Fonte: CIO

Cinco formas de evitar falhas no mundo digital
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Até 2020, 60% dos negócios digitais vão sofrer grandes falhas nos seus serviços, prevê a Gartner. Segundo esta consultora, ocorrerá em grande parte pela incapacidade das equipas de segurança de TI localizarem e gerirem riscos digitais.

Os analistas observam que, conforme as organizações avançam nos seus processos de digitalização, torna-se fundamental estabelecer uma abordagem mais precisa de gestão e protecção da infra-estrutura de suporte a essa camada de negócios.

“As empresas vão aprender a viver com níveis aceitáveis de risco digital à medida que as unidades comerciais comecem a inovar, para assim descobrirem o tipo de protecção necessário e as condições nos processos de pagamento [por exemplo]. A ética, as análises e o foco nas pessoas vão ser tão importantes como os controlos técnicos”, avança Paul Proctor, vice-presidente de Gartner.

O especialista indica cinco pontos principais que devem ser observados para evitar o insucesso no mundo digital:

Liderança e gestão: melhorar a liderança e a gestão é provavelmente mais importante do que desenvolver ferramentas e competências tecnológicas no que se refere à cibersegurança e ao risco tecnológico nos negócios digitais. A tomada de decisões, a hierarquia de prioridades, a preparação financeira, a gestão, a transparência e a responsabilidade são os principais atributos de um programa de êxito que equilibra a necessidade de protecção com a necessidade de dirigir a empresa.

Ambiente de evolução das ameaças: os líderes de segurança e de risco em TI devem parar de tentar eliminar ameaças e reconhecer que a protecção perfeita não é possível. Gartner prevê que até 2020, 60% dos orçamentos relacionados com a segurança de informação será para alcançar a rápida detecção de ameaças e obter respostas mais rápidas para as combater, comparativamente aos 30%, valor registado em 2016.

Velocidade dos negócios digitais: os negócios digitais mudam muito mais rapidamente do que os tradicionais. Diante disso, a segurança tradicional, anteriormente feita para ter um controlo total e maior, já não funcionará na nova era de inovação digital.

Os líderes de TI e de segurança devem avaliar e transformar a sua atuação para atuar como facilitadores de negócios digitais, em vez de serem obstáculos para a inovação. As empresas que podem estabelecer com êxito um ecossistema que equilibre a protecção e o crescimento dos negócios vão continuar a ser competitivas e a estar em posição de destaque para lidar com ameaças à segurança cibernética.

Cibersegurança: costumava ser mais fácil proteger os dados porque as informações estavam armazenadas em centros de dados. A nova era coloca o centro de dados em novos ambientes com estruturas de cloud computing, mobilidade, SaaS e IoT.

Até 2018, 25% do tráfego de dados corporativos fluirá directamente dos dispositivos móveis para a cloud, evitando controlos de segurança por parte da empresa. As organizações vão precisar de orientar a cibersegurança, lidar com riscos em tecnologias e recursos, que já não se encontram sob seu controlo ou que já não pertencem à sua infra-estrutura interna.

Mudança cultural em pessoas e processos: com a aceleração dos negócios digitais é muito importante saber lidar com o novo cenário, no qual haverá mudanças de comportamento e de participação por parte dos funcionários, assim como alteração da relação com os clientes. A cibersegurança deve acomodar, gerir e orientar as necessidades das pessoas através da mudança de processos e da cultura organizacional.

A segurança centrada nas pessoas dota cada vez mais os indivíduos com autonomia no modo como utilizam informações e aparelhos — e no nível de segurança escolhido para dispositivos e sistemas. Os funcionários possuem, então, certos direitos no que se refere ao uso da tecnologia, conforme as políticas definidas para cada equipa.

Cada profissional deve ser orientado sobre as suas responsabilidades e sobre os riscos no uso da tecnologia, principalmente quando falhas possam gerar impactos para a equipe, a empresa e os negócios

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