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Como lucrar com a queda da Taxa Selic

Baixa da Selic é oportunidade para migrar poupança para opção mais rentável.

Por Solaris Da Redação dia em Notícias | Fonte: Portal Contábeis

Como lucrar com a queda da Taxa Selic
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O Comitê de Política Monetária anunciou na última quinta-feira, 31, a redução da taxa Selic de 6,5% para 6% ao ano. Esses valores devem continuar reduzindo ainda mais nos próximos meses, de acordo com o Banco Central. 

Ao baixar os juros, o BC pressiona que os empréstimos e financiamentos. Dessa forma eles ficam mais baratos e estimulam o consumo das pessoas e empresas.

No entanto, é preciso se planejar para saber o momento ideal para investir, aplicar, ou até mesmo poupar o dinheiro. Entenda o impacto de cada ação.

Como investir na Selic

Os juros do cheque especial ficarão 0,58% mais baixos, caindo dos atuais 280,92% ao ano para 279,29% ao ano. Apesar da baixa variação, a diferença pode ser sentida nas operações de crédito mais longas e caras, como no financiamento de um carro.

Ao financiar um veículo de R$ 40 mil reais em cinco anos e sem entrada, o valor médio da parcela é de R$ 1.042,03.  Com a Selic a 6% ao ano, essa parcela cai para R$ 1.031,47 reais. Ao final dos cinco anos, o consumidor pagará R$ 633,59 reais a menos, queda de 1% no valor total.

No caso de uma geladeira de R$ 1,5 mil reais, parcelada em 12 vezes no comércio, a Selic mais baixa deixará o financiamento R$ 4,58 reais mais barato ao final do carnê, ou 0,22% mais em conta.

Como investir na Selic

Os juros do cheque especial ficarão 0,58% mais baixos, caindo dos atuais 280,92% ao ano para 279,29% ao ano. Apesar da baixa variação, a diferença pode ser sentida nas operações de crédito mais longas e caras, como no financiamento de um carro.

Ao financiar um veículo de R$ 40 mil reais em cinco anos e sem entrada, o valor médio da parcela é de R$ 1.042,03.  Com a Selic a 6% ao ano, essa parcela cai para R$ 1.031,47 reais. Ao final dos cinco anos, o consumidor pagará R$ 633,59 reais a menos, queda de 1% no valor total.

No caso de uma geladeira de R$ 1,5 mil reais, parcelada em 12 vezes no comércio, a Selic mais baixa deixará o financiamento R$ 4,58 reais mais barato ao final do carnê, ou 0,22% mais em conta.

Como aplicar na Selic
De acordo com o economista Jair Casquel Junior, devido a pequena variação da taxa Selic, é preciso ter cautela. Caso você tenha uma reserva de dinheiro, a opção mais assertiva é a aplicação.

Vale lembrar que a aplicação também pode trazer alguns riscos. Por isso não é recomendado retirar grande parte do recurso guardado, mas sim, pegar uma parte pequena, entre 5 a 30% do dinheiro e aplicar em alguma ação que possa garantir um retorno maior que a Selic.

As ações mais indicadas para esse caso, são os títulos públicos. Podem ser uma ótima opção para quem quer sair da poupança e aplicar em um produto que ofereça uma melhor e maior rentabilidade. 

O governo disponibiliza papéis da dívida pública em troca dos investimentos feitos pelos aplicadores. Depois, devolve o dinheiro investido, acrescentado de um determinado valor, com base na taxa Selic. Ou seja, você empresta dinheiro para o governo e recebe juros por isso. Qualquer pessoa consegue aplicar a partir R$ 40.

Principais títulos públicos

Tesouro Selic

É um tipo de investimento pós-fixado, ou seja, o aplicador só vai saber quanto vai receber no final do prazo contratado, já que a variação está atrelada à Selic.

Por exemplo, se o aplicador compra um título com vencimento em 2021, a rentabilidade será proporcional aos juros durante o período em que o dinheiro permaneceu aplicado. No entanto, se ele retirar o dinheiro em 6 meses, o título renderá o equivalente à Selic nesse curto período e assim por diante.

As maiores atratividades neste tipo de investimento são a segurança e a lucratividade relativa. Os títulos são capazes de trazer um ganho 7 vezes maior que a poupança, como aconteceu em abril de 2018.

No caso do Tesouro Selic, o risco de perda é praticamente inexistente, independente do tempo de aplicação e data de resgate.

Tesouro IPCA+

O Tesouro IPCA+ se diferencia de todos os outros títulos do Tesouro Direto porque ele é vinculado à inflação. Isso protege o capital com o passar dos anos e possíveis crises.

Em outras palavras, o tesouro IPCA+ é parte pós-fixado. Isto é, o seu rendimento deriva sobre um índice. Ele mescla inflação e uma taxa fixa, tornando-o um híbrido entre pós-fixado e prefixado. 

Esse título público possui um objetivo de longo prazo. Ou seja, se você busca um rendimento garantido acima da inflação ao longo dos anos, é uma boa opção.

Tesouro Prefixado

Neste tipo de investimento o aplicador sabe exatamente a rentabilidade no vencimento, que já é estabelecida no ato da contratação. 

Esse título possui fluxo de pagamento simples, ou seja, o investidor faz a aplicação e recebe o valor investido somado à rentabilidade na data de vencimento do título.

De maneira geral, é uma excelente opção de investimento para quem quer saber de imediato quanto ganhará ao final da aplicação em valores absolutos. 

Negociação de dívidas

O economista Jair Casquel Junior considera este um bom momento para a renegociação de dívidas tanto para pessoas físicas quando jurídicas, “é possível fazer um bom negócio pra ter um ganho de capital”.

Já em relação à negociação de empréstimos, é possível buscar uma portabilidade para outro banco, já que a diferença entre os juros pode ser grande. Caso encontre uma opção melhor, é possível pedir transferência do empréstimo ou financiamento.

Sobre a Taxa Selic

Selic é a taxa básica de juros da economia no Brasil, utilizada no mercado interbancário para financiamento de operações com duração diária, lastreadas em títulos públicos federais. A sigla é a abreviação de Sistema Especial de Liquidação e Custódia

Essa sigla nada mais é que um sistema computadorizado utilizado pelo governo, a cargo do Banco Central do Brasil, para que haja controle na emissão, compra e venda de títulos.

A Taxa é obtida pelo cálculo da taxa média ponderada dos juros praticados pelas instituições financeiras. Tabela da Selic

Definição da Taxa Selic

O número que serve como referência para todas as taxas de juros do mercado é definido pelo Copom, grupo composto pela direção do Banco Central. Eles se reúnem para definir o caminho da Selic - sigla para Sistema Especial de Liquidação e de Custódia.

Nesse encontro, eles avaliam as condições da economia brasileira e o cenário internacional. O Banco Central comunica de forma breve se o Copom decidiu aumentar, manter ou reduzir a Selic.  

Assim, investidores tentam prever os juros na economia e apostar onde acreditam que vão conseguir os maiores rendimentos.

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