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IBGE: Taxa de desemprego cai para 12% no segundo semestre

Pesquisa do IBGE aponta que o desemprego recuou em 10 Estados brasileiros.

Por Solaris Da Redação dia em Notícias | Fonte: IBGE

IBGE: Taxa de desemprego cai para 12% no segundo semestre
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A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua, divulgada nesta quinta-feira, 15, pelo IBGE, divulgou que a taxa de desemprego recuou em 10 Estados brasileiros. A taxa de desemprego era de 12,7% no primeiro semestre e caiu para 12% neste segundo semestre.

Taxa de desocupação

A pesquisa mostrou também que a taxa de desocupação recuou em 10 das 27 unidades da federação, permanecendo estável nas demais, na comparação com o primeiro trimestre.

As maiores taxas foram observadas na Bahia (17,3%), Amapá (16,9%) e Pernambuco (16%) e as menores em Santa Catarina (6%), Rondônia (6,7%) e Rio Grande do Sul (8,2%).

A taxa de desocupação do país no segundo trimestre foi de 12%, ficando abaixo do registrado no primeiro trimestre (12,7%) e do segundo trimestre de 2018 (12,4%).

Desalentos

“A proporção de pessoas à procura de trabalho em períodos mais curtos está diminuindo, mas têm crescido nos mais longos”, destacou por meio de nota a analista do IBGE, Adriana Beringuy.

IBGE: Taxa de desemprego cai para 12% no segundo semestre

Mais de um quarto dos desempregados procuram trabalho há no mínimo dois anos, o que equivale a 3,347 milhões de pessoas nessa condição. Esses números são os maiores para um trimestre desde 2012, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua.

O elevado tempo de procura por emprego é um dos fatores que ajudam a explicar o desalento, por exemplo. No segundo trimestre, o país tinha 4,9 milhões de desalentados, aqueles que desistiram de procurar emprego. A maior parte está na Bahia (766 mil pessoas) e no Maranhão (588 mil pessoas).

Informalidade

Esse contexto também influencia a informalidade em um mercado de trabalho composto por 19,4 milhões de trabalhadores por conta própria sem CNPJ, 11,5 milhões de empregados sem carteira assinada e 873 mil de empregadores sem CNPJ.

“É uma inferência que pode favorecer inserções em ocupações de menores rendimentos, sem vínculos formais, como os conta própria ou sem carteira de trabalho, e até mesmo no desalento”, avalia a Adriana.

 

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