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Supervisão do Fisco faz crescer crédito tributário

Empresas autuadas no primeiro semestre gerou uma arrecadação de R$ 73 bilhões. Maior parte das falhas são nos arquivos gerados no Sped.

Por Solaris Da Redação dia em Notícias | Fonte: contabilidade na tv

Supervisão do Fisco faz crescer crédito tributário
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Recentemente foi liberado pela Receita Federal um relatório de balanço da Fiscalização, denunciando empresas que foram autuadas no primeiro semestre do ano de 2017.

Só neste período os créditos tributários chegaram a R$ 73 bilhões, valor impressionante já que representa um crescimento de 12,6% em relação ao mesmo semestre do ano passado.

O valor, bastante representativo, demonstra a supervisão do Fisco na realização do procedimento fiscal de “Revisão de Declarações”. Dos arquivos entregues à Receita, 92% deles têm origem em apenas duas escriturações: a EFD CONTRIBUIÇÕES e a EFD-ICMS/IPI, que devem ser motivo de maior atenção por parte das empresas, já que trazem dados de operações que devem ser preenchidas corretamente.

Carla Lidiane Müller, analista de negócios da SCI Sistemas Contábeis e articulista do Blog Contabilidade na TV, afirma que apesar de estas duas escriturações serem obrigações acessórias fiscais de tributos diferentes, elas têm várias informações em comum. “Nas duas constam as relações das notas fiscais.

Neste caso já não teria motivo de uma nota fiscal estar diferente entre uma escrituração e outra. E se estivermos falando de uma nota fiscal tributada pelo PIS e COFINS, não teria porque ela constar em uma declaração e não constar na outra”, explica. Por isso é necessário muito cuidado e atenção para que estas informações sejam as mesmas.

A especialista também explica que o projeto Sped veio como uma revolução para o meio contábil, e o fiscal foi o primeiro a sofrer seus efeitos. “Ainda hoje é um problema garantir que as informações que são inseridas estão corretas, seguindo todas as normas estabelecidas em cada declaração.

A entrada inteligente e correta desses dados ainda é um grande desafio tributário e uma sugestão é ter uma ferramenta que capture e informe essas inconsistências, como um auditor de arquivos do Sped”, pontua.

Outra questão é verificar se durante o processo de entrega não há divergência de informações e estas mesmas falhas não serão enviadas sem as devidas correções. Carla ainda explica que a tarefa pode parecer pesada, “mas é um trabalho necessário para evitar danos maiores.

E esses problemas só poderão ser evitados se unir a experiência e expertise do profissional da escrita fiscal com tecnologias que permitirão alcançar resultados precisos e de alto nível para a organização”, finaliza.

A SCI Sistemas Contábeis desenvolve ferramentas com implementação de relatórios de conferências de notas e tributos, avisos e inconsistência na importação dos documentos fiscais, visando identificar os erros já na origem, no momento das apurações.

Ainda após este processo, caso as mesmas não sejam corrigidas, é feita uma última verificação na geração das EFD ICMS/IPI e Contribuições para garantir que o arquivo não seja enviado com falhas de escrituração que não foram percebidas.

Uma ferramenta que auxilia neste processo e que apresenta os erros encontrados no Sped é o Auditor X. Preparado para identificar as inconsistências do sistema de escrituração da Receita Federal e oferecer mais facilidade aos usuários.

Anderson Dias, sócio da Inapice, empresa parceira da SCI Sistemas Contábeis, explica como a ferramenta funciona na prática: “O Auditor X faz uma análise de todos os dados do arquivo Sped.

Após este processo, o passo seguinte é identificar as inconsistências, e o diferencial desta ferramenta é que além de mostrar o erro também é possível editar os campos, corrigindo cada uma destas divergências”, explica.

Esta inovação faz cerca de 10 mil análises a mais que concorrentes desta empresa, chegando a 24 mil. Com todas estas possibilidades, a escrituração é enviada sem erros, reduzindo o risco de autuações fiscais.

Os créditos arrecadados pelas autuações do Fisco deste ano só não foram maiores que 2015, que no primeiro semestre atingiu a marca de R$ 75 bilhões em autuações, dois bilhões a mais que neste ano.

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